domingo, 2 de dezembro de 2018

Jornais do Haiti (Painel do Coronel Paim)


quinta-feira, 8 de novembro de 2018


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domingo, 16 de setembro de 2018

VIDIO SOBE BIODIVERSIDADE NO PAINEL DO PAIM

terça-feira, 11 de julho de 2017

Amazônia já foi inundada duas vezes e pode ter abrigado tubarões

Mar do Caribe invadiu parte das florestas amazônicas, influenciando a biodiversidade antiga e atual, entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás


Tubarão cinza nada em tanque durante apresentação da Semana Europeia do Tubarão, no zoológico de Madri, Espanha


Algumas partes da Amazônia no Brasil e na Colômbia estiveram submersas pelo mar do Caribe em pelo menos duas ocasiões na antiguidade, informou nesta quarta-feira um grupo de pesquisadores em um artigo publicado pela revista Science Advances. Além da descoberta, os cientistas – que tinham nacionalidades diversas, incluindo brasileiros, colombianos, britânicos e americanos – também encontraram um dente de tubarão e um camarão mantis fossilizados, indicando que, um dia, esses animais podem ter habitado a região.
Segundo os pesquisadores, ambas inundações ocorreram durante o Mioceno, época geológica que ocorreu entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Liderada por Carlos Jaramillo, do Instituto Smithsonian de Pesquisas Tropicais do Panamá, e tendo como um de seus membros Carlos D’Apolito Júnior, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), a equipe foi a primeira a estabelecer o período no qual o noroeste da Amazônia ficou sob a água salgada – ainda que, no caso, esta apresentasse uma salinidade menor do que o normal. A informação, para os estudiosos, é essencial para entender como o passado da Amazônia se reflete em sua biodiversidade atual.


Postado por: Giovana M. de Araújo

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O que é biodiversidade marinha?



iStock.com / richcareyA biodiversidade marinha diz respeito à variedade de organismos que vivem nos mares e oceanos.
A biodiversidade, ou diversidade biológica, é o nome dado à variedade de organismos que vivem em determinado ambiente. A biodiversidade marinha, portanto, diz respeito à fauna, flora, microorganismos e ecossistemas de mares e oceanos.
A biodiversidade marinha é maior que a terrestre — especialmente se levarmos em conta que dois terços da superfície terrestre são cobertos por mares e oceanos. Como a vida se originou em ambiente marinho, há 3,5 bilhões de anos, é natural que a maior diversidade de espécies e linhagens seja encontrada nos mares e oceanos.
Apesar disso, os oceanos ainda são um território misterioso para a ciência. Somente no fim da década de 1980, por exemplo, é que foram descobertas as Prochlorophytas — cianobactérias fotossintetizantes, responsáveis por 40% da clorofila existente nas regiões oceânicas, onde há poucos nutrientes.
Mesmo assim, a biodiversidade marinha sofre ameaças devido à ação humana. Entre os principais problemas, destaque para a aquicultura, a pesca predatória e a poluição. Estima-se que 27% dos recifes de todo o mundo tenham desaparecido. Segundo especialistas, um aumento de 2 a 3ºC na temperatura do planeta já poderia acarretar no desaparecimento desse ecossistema, já que os recifes têm capacidade de adaptação limitada. Os manguezais, que funcionam como berçários para diversas espécies, também são frágeis e sofrem principalmente com o desmatamento.
É nos oceanos que ocorrem algumas funções básicas fundamentais, como os ciclos do Carbono, Nitrogênio e Fósforo, essenciais para a manutenção do clima terrestre. Por isso, entender melhor a biodiversidade marinha é importante para a conscientização ambiental e preservação do equilíbrio do planeta.

Postado por Carlos PAIM

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Globo Repórter desvenda a
fascinante região do Jalapão

Programa desta sexta (13) explora o deserto das águas e conta
histórias de quem vive neste pedaço isolado no coração do Brasil


Jalapão - o deserto das águas. 

O Globo Repórter atravessa uma das mais fascinantes regiões do Brasil.
Dunas, nascentes, fervedouros. Nosso repórter suspenso no ar. Uma descida de mais de 70 metros revela a beleza do vale encantado.
Quem vive neste pedaço isolado no coração do país?
Ouro - na sua forma mais primitiva. Garimpeiros mergulham 60 metros terra adentro para extrair as pedras. Equipamentos precários e muita coragem para ganhar a vida.
E a arte do capim dourado, que garante o sustento de muitas comunidades.
A magia de uma cachoeira que despenca sobre as rochas e desaparece nas profundezas, para ressurgir muitos metros adiante em forma de rio.
A pedra furada - um limite natural para proteção da natureza.
A criatividade dos agricultores que descobriram como viver dos frutos do cerrado.
O ninho das águias chilenas. O brasileiro que adotou uma cobra. O bicho agora faz parte da família.
As misteriosas descobertas dos exploradores de cavernas. E a sabedoria de Dona Romana - a misteriosa vidente do Tocantins. Mas o que ela vê durante suas orações? 
g1globo
Postado por: Ygor I. Mendes