terça-feira, 11 de julho de 2017

Amazônia já foi inundada duas vezes e pode ter abrigado tubarões

Mar do Caribe invadiu parte das florestas amazônicas, influenciando a biodiversidade antiga e atual, entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás


Tubarão cinza nada em tanque durante apresentação da Semana Europeia do Tubarão, no zoológico de Madri, Espanha


Algumas partes da Amazônia no Brasil e na Colômbia estiveram submersas pelo mar do Caribe em pelo menos duas ocasiões na antiguidade, informou nesta quarta-feira um grupo de pesquisadores em um artigo publicado pela revista Science Advances. Além da descoberta, os cientistas – que tinham nacionalidades diversas, incluindo brasileiros, colombianos, britânicos e americanos – também encontraram um dente de tubarão e um camarão mantis fossilizados, indicando que, um dia, esses animais podem ter habitado a região.
Segundo os pesquisadores, ambas inundações ocorreram durante o Mioceno, época geológica que ocorreu entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Liderada por Carlos Jaramillo, do Instituto Smithsonian de Pesquisas Tropicais do Panamá, e tendo como um de seus membros Carlos D’Apolito Júnior, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), a equipe foi a primeira a estabelecer o período no qual o noroeste da Amazônia ficou sob a água salgada – ainda que, no caso, esta apresentasse uma salinidade menor do que o normal. A informação, para os estudiosos, é essencial para entender como o passado da Amazônia se reflete em sua biodiversidade atual.


Postado por: Giovana M. de Araújo

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O que é biodiversidade marinha?



iStock.com / richcareyA biodiversidade marinha diz respeito à variedade de organismos que vivem nos mares e oceanos.
A biodiversidade, ou diversidade biológica, é o nome dado à variedade de organismos que vivem em determinado ambiente. A biodiversidade marinha, portanto, diz respeito à fauna, flora, microorganismos e ecossistemas de mares e oceanos.
A biodiversidade marinha é maior que a terrestre — especialmente se levarmos em conta que dois terços da superfície terrestre são cobertos por mares e oceanos. Como a vida se originou em ambiente marinho, há 3,5 bilhões de anos, é natural que a maior diversidade de espécies e linhagens seja encontrada nos mares e oceanos.
Apesar disso, os oceanos ainda são um território misterioso para a ciência. Somente no fim da década de 1980, por exemplo, é que foram descobertas as Prochlorophytas — cianobactérias fotossintetizantes, responsáveis por 40% da clorofila existente nas regiões oceânicas, onde há poucos nutrientes.
Mesmo assim, a biodiversidade marinha sofre ameaças devido à ação humana. Entre os principais problemas, destaque para a aquicultura, a pesca predatória e a poluição. Estima-se que 27% dos recifes de todo o mundo tenham desaparecido. Segundo especialistas, um aumento de 2 a 3ºC na temperatura do planeta já poderia acarretar no desaparecimento desse ecossistema, já que os recifes têm capacidade de adaptação limitada. Os manguezais, que funcionam como berçários para diversas espécies, também são frágeis e sofrem principalmente com o desmatamento.
É nos oceanos que ocorrem algumas funções básicas fundamentais, como os ciclos do Carbono, Nitrogênio e Fósforo, essenciais para a manutenção do clima terrestre. Por isso, entender melhor a biodiversidade marinha é importante para a conscientização ambiental e preservação do equilíbrio do planeta.

Postado por Carlos PAIM

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Globo Repórter desvenda a
fascinante região do Jalapão

Programa desta sexta (13) explora o deserto das águas e conta
histórias de quem vive neste pedaço isolado no coração do Brasil


Jalapão - o deserto das águas. 

O Globo Repórter atravessa uma das mais fascinantes regiões do Brasil.
Dunas, nascentes, fervedouros. Nosso repórter suspenso no ar. Uma descida de mais de 70 metros revela a beleza do vale encantado.
Quem vive neste pedaço isolado no coração do país?
Ouro - na sua forma mais primitiva. Garimpeiros mergulham 60 metros terra adentro para extrair as pedras. Equipamentos precários e muita coragem para ganhar a vida.
E a arte do capim dourado, que garante o sustento de muitas comunidades.
A magia de uma cachoeira que despenca sobre as rochas e desaparece nas profundezas, para ressurgir muitos metros adiante em forma de rio.
A pedra furada - um limite natural para proteção da natureza.
A criatividade dos agricultores que descobriram como viver dos frutos do cerrado.
O ninho das águias chilenas. O brasileiro que adotou uma cobra. O bicho agora faz parte da família.
As misteriosas descobertas dos exploradores de cavernas. E a sabedoria de Dona Romana - a misteriosa vidente do Tocantins. Mas o que ela vê durante suas orações? 
g1globo
Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Assistir TV Online Grátis.

http://www.assistirtvonlinegratis.co/

Postado por: Ygor I. Mendes

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Parque Nacional Marinho dos Abrolhos - ICMBio


destaque parnaabrolhos2


Parque Nacional Marinho de AbroLhos

medium size vessel Marcello Lourenco redPrimeiro Parque Nacional Marinho do Brasil, Abrolhos foi criado em abril de 1983 e representou um marco para a conservação marinha no país. Desde então, os cerca de 91.300 hectares da unidade ajudam a proteger a região com a maior biodiversidade marinha no Atlântico Sul. Sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBIO, o Parque possui dois polígonos: um que protege o arco de recifes costeiros e está localizado em frente ao município de Alcobaça, abrangendo o Recife de Timbebas, e outro a cerca de 70 quilômetros da costa, englobando o o Parcel dos Abrolhos e o Arquipélago dos Abrolhos, composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste, Guarita e Santa Bárbara, esta última excluída dos limites do parque e sob jurisdição da Marinha do Brasil.
O arquipélago de Abrolhos causou curiosidade a Charles Darwin, que o visitou em 1832. Além de resguardar porção significativa do maior banco de corais e da maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul, o Parque protege algumas das principais áreas-berçário das baleias-jubarte, que migram para o banco para ter seus filhotes. É também a única região do planeta onde é possível encontrar o coral Mussismilia braziliensis, conhecido por coral-cérebro por seu aspecto peculiar. Espécies de tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção - como as tartarugas de couro, cabeçuda, verde e de pente - também se refugiam no Parque, além de aves como a grazina e os atobás. Um levantamento da biodiversidade da região registrou aproximadamente 1.300 espécies, 45 delas consideradas ameaçadas, segundo listas da IUCN e do MMA.
Dados de monitoramento pesqueiro mostram que a pesca nas regiões vizinhas ao Parque movimenta mais de R$ 100 milhões por ano, o que representa 10% da receita da atividade no Brasil. A unidade assegura a procriação das espécies contribuindo para a manutenção da pesca nas regiões vizinhas, que é o meio de subsistência para cerca de 20 mil pessoas na região. O turismo é outra expressão da importância econômica da unidade, o fluxo turístico gerado pelo Parque garante centenas de empregos em hotéis, pousadas, restaurantes e demais atividades ligadas ao setor. Segundo dados do PRODETUR o turismo representa 20% do PIB dos municípios da Costa das Baleias, zona turística correspondente ao litoral do extremo sul da Bahia. Pesquisas da BAHIATURSA apontam que mais de 90% dos turistas que visitam a região tem como motivação principal os atrativos naturais. As águas claras de temperatura amena, naufrágios e a rica fauna marinha fazem do Parque dos Abrolhos o atrativo natural mais importante da Costa das Baleias. btn institucional btn topo

Quando Ir

O Parque pode ser visitado o ano todo. No verão as águas são mais quentes e tem maior visibilidade, sendo o melhor período para mergulhos. Já entre os meses de junho e novembro é possível ver as baleias Jubartes. A segurança da navegação depende também das condições climáticas, de modo que vale a pena consultar a previsão climática quando for realizar seu passeio. btn topo

Como Chegar

A cidade mais próxima e que dispõe de porto para embarque e infraestrutura para receber turistas é Caravelas, localizada no extremo sul da Bahia, distante 261 quilômetros de Porto Seguro, onde fica o Aeroporto mais próximo e que recebe vôos de diversos aeroportos brasileiros. O trajeto de carro entre Porto Seguro e Caravelas dura pouco mais de 3 horas e é feito por rodovias asfaltadas sendo duas opções: 1a opção, BR-101 até Teixeira de Freitas, BA-290 até Alcobaça e pela BA-001 até Caravelas ou 2a opção: BR-101 até Itamarajú, BA-489 até Alcobaça e pela BA-001 até Caravelas. Quem preferir pode pegar um ônibus de Porto Seguro a Teixeira de Freitas e, de lá, tomar outro para Caravelas. Partindo de Caravelas, não é difícil encontrar as operadoras de turismo que promovem os passeios, que podem variar de um a quatro dias. Estas empresas também alugam equipamentos de mergulho e oferecem conforto e segurança ao seu passeio, em barcos próprios para turismo. A viagem do continente até o Parque dura cerca de 3 horas. btn topo

Ingressos

Para visitar o Parque é preciso pagar um ingresso de R$ 35,00 reais por pessoa por dia, taxa que as empresas já incluem no tarifário dos pacotes. O ingresso para estrangeiros é de R$ 70,00 por visitante. Visitantes com idade maior de 60 anos ou menores de 12 anos são isentos do pagamento ingresso. btn topo

Atrativos

A visita embarcada no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos pode incluir atividades de mergulho livre (apnéia) e mergulho autônomo, observação de aves, caminhada monitorada em trilha na Ilha Siriba e de julho a novembro é possivel realizar observação de Baleias Jubarte.
Como o Parque está localizado em uma das regiões de maior biodiversidade marinha do oceano atlântico sul, o contato do turista com a natureza torna-se uma experiência deslumbrante.
O mergulho livre, realizado em profundidades de até 5 metros permite a visualização de peixes multicoloridos, corais, algas, e muito mais. O mergulhador pode ter a oportunidade de mergulhar ao lado de tartarugas marinhas enormes.
O mergulho autônomo permite ao visitante, além disso, mergulhar em naufrágios, cavernas, noturno e em chapeirões. O mergulho no Parque somente pode ser realizado em locais pré-estabelecidos e acompanhado de condutor subaquático treinado pelo Parque.
O visual paisagístico do arquipélago é algo deslumbrante, as ilhas abrigam diversas aves, como: Atobás Brancos e Marrons, Grazinas, Fragatas e Beneditos., que rendem ótimas fotos!
A caminhada monitorada em trilha pela Ilha Siriba é espetacular, pois permite, além do passeio na ilha, compreender as relações existentes neste local, através da palestra com os monitores ambientais do ICMBio.
Durante os meses de julho a novembro, o passeio ganha um atrativo a mais, que são as exuberantes baleias Jubarte, que buscam nestas águas claras e quentes um local para acasalarem e se reproduzirem, possibilitando que o turista observe estes enormes mamíferos marinhos durante a viagem.
A permanência nas embarcações faz com que o visitante acompanhe como é a vida destes profissionais que trabalham no mar em prol da conservação.
btn topo


Não é permitido

  • Usar fogo e praticar qualquer ato, ou se omitir, de forma que possa ocasionar incêndio
  • Alimentar, capturar ou molestar animais silvestres
  • Acampar e fazer fogueiras
  • Usar aparelhos de som alto e soltar fogos de artifício
  • Pichar ou realizar outros atos de vandalismo
  • Soltar qualquer espécie animal ou plantar espécie vegetal
  • Realizar pesquisa científica e visitação de grupos sem autorização
  • Impedir ou dificultar a regeneração natural da vegetação
  • Portar instrumentos de pesca ou caça submarina
  • Fotografar profissionalmente sem autorização da administração
  • Mergulhar e desembarcar nas ilhas do arquipélago sem autorização
  • Mergulhar utilizando luvas e facas.
ATENÇÃO: O mergulho autônomo no Parque somente é permitido quando acompanhado de Condutor de Visitantes, neste caso denominado Condutor de Ecoturismo Subaquático. As empresas de turismo que realizam passeios ao Parque fornecem este tipo de serviço. É obrigatório que o mergulhador esteja portando sua credencial de mergulho.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Documentário sobre biodiversidade marinha é lançado em Santa Catarina

Temperatura da água e limites de distribuição são alguns dos temas.
O projeto, de 12 minutos, foi produzido em três meses no Litoral de SC.

Do G1 SC
Comente agora
Estudo ampliou o número de espécies de esponjas citadas para as ilhas próximas a Florianópolis (Foto: Alcides Dutra/Instituto Larus)Estudo ampliou o número de espécies de esponjas citadas para as ilhas próximas a Florianópolis (Foto: Alcides Dutra/Instituto Larus)
Um documentário, que mostra a biodiversidade marinha em Santa Catarina, foi lançado em Santa Catarina. O trabalho expõe resultados de pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Santa Catarina com o auxílio de laboratórios parceiros nos últimos quatro anos. Temperatura da água, predação, limites de distribuição de organismos marinhos e ambientes de transição são alguns dos aspectos investigados.
O documentário foi feito pelo Laboratório de Biodiversidade Marinha do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e teve produção do Instituto Larus.
O projeto, de 12 minutos, foi produzido em três meses, com a participação de oito alunos de graduação e de pós-graduação da Universidade. Foram captadas 18 horas de imagens e 60 horas de pós produção. As expedições para captação de imagens foram feitas em áreas próximas da Ilha de Santa Catarina.
Corynactis sp, espécie próxima dos corais que ocorre em maior abundância na região mais ao sul (Foto: Edson Faria Junior/Arquivo pessoal)Corynactis sp, espécie próxima dos corais que ocorre em maior abundância na região mais ao sul (Foto: Edson Faria Junior/Arquivo pessoal)
“Conhecemos tão pouco o mar perto de onde vivemos.A fauna marinha de Santa Catarina é surpreendente: temos aqui o limite Sul de distribuição de organismos marinhos tropicais do Oceano Atlântico. Eles tendem a ser bonitos, coloridos – tanto os peixes como os corais”, comenta Alberto Lindner.
A estimativa do biólogo Alcides Dutra, presidente do Instituto Larus é de que cerca de um milhão de pessoas assistam ao documentário. “Trabalhamos primeiro a conscientização, para depois trabalhar a educação ambiental. O Instituto Larus nasceu de um projeto na UFSC em 1982 e se transformou em ONG – ele é filho da UFSC”, explica Alcides Dutra.
As investigações foram realizadas por meio do projeto de pesquisa Biodiversidade Marinha do Estado de Santa Catarina executado pela UFSC desde 2010, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina, FAPESC. O vídeo pode ser acessado no site do Projeto Biodiversidade Marinha.

tópicos:

1ª EXPO SOL PROMOVE INCURSÃO NA BIODIVERSIDADE MARINHA




© Todos os direitos reservados. Fotos: Acervo CMA
© Todos os direitos reservados. Fotos: Acervo CMA

Nana Brasil

nana.nascimento@icmbio.gov.br

Brasília (12/02/2015) – A 1ª Expo Sol – Um Passeio pela Vida Marinha, exposição promovida pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) já recebeu mais de 500 visitantes, desde o dia 28 de janeiro. Os visitantes do Parque Temático Mamíferos Aquáticos, em Itamaracá (PE), têm a oportunidade de saber mais sobre a vida marinha e conhecer o trabalho do CMA, um dos 15 centros de pesquisa administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A sede do CMA, que fica dentro do Parque, foi o local escolhido para abrigar o evento. "Idealizamos a exposição pois recebemos um público muito grande nesta época do ano. O intuito é apresentar o trabalho de conservação desenvolvido não apenas pelo CMA, mas também pelas instituições parceiras e demais centros de pesquisa que lidam com animais marinhos", explica a coordenadora substituta do CMA, Fernanda Attademo.

Através de fotos, livros, folders e cartazes, os visitantes têm a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a biodiversidade marinha e conhecer as atividades de conservação realizadas pelo ICMBio. Além do cinema do CMA, que tem capacidade para 100 pessoas e já exibe durante todo o ano filmes sobre o peixe-boi e o golfinho-rotador, foi montada uma tenda na área externa, onde são projetados vídeos sobre diversos animais marinhos, a exemplo do albatroz, da baleia e da tartaruga-marinha.

De acordo com a analista ambiental Solange Zanoni, a 1ª Expo Sol é uma atração a mais para o público do Parque Temático Mamíferos Aquáticos, cujo ingresso segue custando R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). A condução das visitas fica por conta dos monitores do próprio Parque e dos estagiários do CMA. "Nossa intenção é dar continuidade ao projeto e organizar uma exposição diferente a cada ano, sempre durante o verão", afirma Solange.

Segundo a coordenadora substituta Fernanda Attademo, o título escolhido para a exposição é uma alusão à estação mais quente do ano, que tem o Sol como grande símbolo. "O título é também uma homenagem à analista ambiental Solange Zanoni, uma das servidoras mais antigas do ICMBio, que dedica a vida à conservação do peixe-boi, sendo responsável ainda pelo programa de educação ambiental do CMA", ressalta a coordenadora.

Indicada para visitantes de todas as idades, a 1ª Expo Sol – Um Passeio pela Vida Marinha ficará montada até o dia 25 de fevereiro, todos os dias da semana (inclusive durante o Carnaval), das 9h às 17h.

Para mais informações sobre o evento, entre em contato com o CMA através do telefone (81) 3544-1056

Sobre o CMA

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA/ICMBio) coordena, executa e apoia estudos, projetos e programas de pesquisa e manejo para a conservação de mamíferos aquáticos, atuando principalmente sobre as espécies ameaçadas e migratórias. Sediado no município de Itamaracá (PE), o CMA opera em todo o território nacional e desenvolve diversas atividades, a exemplo do Projeto Peixe-Boi, que tornou-se referência internacional em conservação.

O Centro coordena também a implementação dos quatro Planos de Ações de Mamíferos Aquáticos do ICMBio (Sirênios, Grandes Cetáceos e Pinípedes, Pequenos Cetáceos e Toninha), além de participar de fóruns que tratam de questões relativas a esses animais, como a Rede de Encalhe de Mamíferos Aquáticos do Brasil (REMAB) e a Comissão Internacional da Baleia (CIB).

Saiba mais sobre o CMA.